Se, até aqui, as PME que fornecem entidades públicas ainda podiam emitir as faturas de forma tradicional, a partir de agora, os seus sistemas informáticos têm de estar preparados para responder a esta nova era de faturação eletrónica na Administração Pública.

O Decreto-Lei n.º 28/2019 veio legislar o fim definitivo das faturas em papel, uma medida que, além de impulsionar ganhos ambientais enormes, representa simultaneamente a redução da burocracia, um aumento da rapidez e agilidade no envio das faturas e o incremento do combate à evasão fiscal.

As faturas eletrónicas vêm automatizar e otimizar os processos de faturação entre as entidades públicas e os seus fornecedores, aumentar a produtividade e induzir mais eficiência e transparência a todo o processo de faturação.

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